Sobre desejos para a humanidade

A minha produção escrita caiu muito nos últimos meses. Há tanto tempo não ficava sem escrever durante um lapso de tempo tão grande quanto agora. Não que para o mundo isto faça diferença, mas para a minha alma, com certeza. A minha atividade profissional a cada dia me consome de uma forma mais eficiente e para tanto o meu tempo livre tem sido para descansar e buscar atividades para extravasar o estresse diário. Não que a escrita não seja uma atividade terapêutica, ela é útil sim, talvez a que me acompanha mais tempo. Mas é que meu corpo começou a pedir movimento, e tenho respondido a este chamado.

Tive uma terapeuta que certa vez me tranquilizou demais com este meu excesso de atividades. Não vou entrar em detalhes, mas as experiências são enriquecedoras para a nossa vida. E uma pessoa como eu, que tenho uma sede do tamanho do mundo, me vejo sempre ansioso em saber o que mais este mundo tem a oferecer. Penso que minha experiência vital básica é a do andarilho que sai para contar os casos do mundo, mas sem ter nada de prático na mão, que seja próprio. As glórias alheias, quando experimentadas no fundo da alma, tornam-se minhas.

Bem, não sei até quando isto é lá tão necessário nesta postagem, mas que a minha escrita, não esta linear, em um blog, mas a comunicação que eu mantenho reflita esta missão de fazer emergir nas pessoas ao menos uma vontade de permanecer viva já me deixa por satisfeito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário